quinta-feira, 28 de outubro de 2010

JURAMENTO DAS BRUXAS

                        



                             JURAMENTO DE UMA BRUXA.

Que eu seja como a que tece o pano
na floresta, profundamente escondida.
Que eu possa fazer o meu trabalho sem interrupção.
Que eu seja uma exilada, se este é o sacrifício.
Que eu conheça a procissão sazonada do meu espírito e do meu corpo, e possa celebrar os quartos em cruz,
solstícios e equinócios.
Que cada Lua Cheia me encontre a olhar para cima, nas árvores desenhadas no céu luminoso.
Que eu possa acariciar flores selvagens, cobri-las com as mãos.
Que eu possa libertá-las, sem apanhar nenhuma,
para viver em abundância.
Que meus amigos sejam da espécie que ama o silêncio.
Que sejamos inocentes e despretensiosos.
Que eu seja capaz de gratidão. Que eu saiba
ter recebido a alegria, como o leite materno.
Que eu saiba isso como o meu gato, no sangue e nos ossos.
Que eu fale a verdade sobre a alegria e a dor,
em canções que soem como o aroma do alecrim,
como todo o dia e na antiguidade, erva forte da cozinha.
Que eu não me incline a auto-integridade e a auto-piedade.
Que eu possa me aproximar dos altos trabalhos da terra e dos círculos de pedra, como raposa ou mariposa,
e não perturbar o lugar mais que isso.
Que meu olhar seja direto e minha mão firme.
Que minha porta se abra àqueles que habitam
fora da riqueza, da fama e do privilégio.
Que os que jamais andaram descalços não encontrem o
caminho que chega a minha porta.
Que se percam na jornada labiríntica. Que eles voltem.
Que eu me sente ao lado do fogo no inverno
e veja as chamas brilhando para o que vier,
e nunca tenha necessidade de advertir ou aconselhar,
sem que me peçam.
Que eu possa ter um simples banco de madeira, com verdadeiro regozijo.
Que o lugar onde habito seja como uma floresta.
Que haja caminhos e veredas para as cavernas e poços
e árvores e flores, animais e pássaros,
todos conhecidos e por mim reverenciados com amor.
Que minha existência mude o mundo não mais nem menos do que o soprar do vento, ou o orgulhoso crescer das árvores.
Por isso, eu jogo fora a minha roupa.
Que eu possa conservar a fé, sempre!
Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.
Que eu saiba que não tenho opção, e assim mesmo
escolha como a cantiga é feita, em alegria e com amor.
Que eu faça a mesma escolha todos os dias e de novo.
Quando falhar, que eu me conceda o perdão.
Que eu dance nua, sem medo de enfrentar meu próprio reflexo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Formas pensamentos, Larvas Astrais e ovóides.

 


Formas-pensamento

Para começar, vamos separar algumas coisas. Larvas astrais, vibriões psíquicos e aparelhos astrais são todos formas-pensamento. Já ovóides não são formas-pensamento, mas consciências que tomaram a forma ovóide, por motivos que vamos explicar num outro tópico. Qual a diferença e por que fazer essa diferenciação? Porque explicando formas-pensamento já teremos facilitado bastante as coisas e já teremos andado metade do caminho.

Formas-pensamento são criações mentais modeladas em matéria fluídica ou matéria astral. Podem ser criadas por encarnados e desencarnados, com características boas ou ruins, positivas ou negativas. Como o próprio nome diz, são resultados da ação da mente sobre as energias mais sutis que estão à nossa volta, criando formas correspondentes ao pensamento externado.

As energias que nos rodeiam são altamente plásticas e sensíveis à ação das ondas mentais. Quando pensamos, as vibrações que emitimos atuam sobre estas energias, condensando ou dispersando-as, dando-lhes formas, cores e brilhos que correspondem à natureza e à essência do que pensamos. Se o pensamento é passageiro, muitas vezes nem chega a criar nada ou, se cria, a forma não se mantém, pois não é realimentada. Se, no entanto, o pensamento é persistente, revivido continuamente por imagens mentais, a forma criada se estabelece, ficando cada vez mais forte.

Se se trata de forma-pensamento positiva, sadia, elevada, ela se alimentará dos pensamentos e sentimentos positivos do seu criador, ao mesmo tempo em que o abastecerá de bons fluidos agregados, por sintonia, de outras mentes e formas-pensamento de mesmo teor. Se, no entanto, se trata de uma forma-pensamento negativa, densa, doentia, ela também se alimentará dos pensamentos do seu criador, levando-o a intensificar, cada vez mais, a mesma idéia e projetando sobre ele todos os fluidos com que tenha sintonia, até que o emissor não consiga mais se desvencilhar de sua própria criação. Sua mente passa, então, a ser preenchida apenas por aquela idéia, num círculo vicioso.

É assim que muitos processos de obsessão começam com formas-pensamento criadas e mantidas pela própria pessoa, já que muitos obsessores se aproveitam dessas criações, manipulando-as para assustar, atormentar e drenar as energias das pessoas que são os seus alvos. É importante observar também que formas-pensamento podem ser "incorporadas" por médiuns, como se fossem espíritos. A diferença é que, como não são consciências e não têm mente, ou seja, não são individualidades, não são capazes de se comunicar de forma lógica, mas podem ser acopladas aos médiuns, à sua aura e ao seu perispírito, para drenagem de energias e conseqüente desintegração da forma, desligando-a de outras consciências encarnadas e desencarnadas.

Estas são muitas das manifestações que acontecem nos grupos de desobsessão em que não há diálogo, mas se nota um enfraquecimento gradativo do fenômeno, como se a "entidade" estivesse, literalmente, derretendo, desmanchando-se, para logo deixar o corpo do médium.

 

Larvas Astrais e Vibriões Psíquicos

Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, vibrião é a designação comum às bactérias móveis em forma de bastonetes. E larva vem do latim larvae que significa máscara, boneco, espantalho, demônio, espectro que se apodera das pessoas. Entre os antigos romanos, a palavra larva designava o espectro ou fantasma de pessoa que teve morte violenta ou de criminoso, que se supunha vagar entre os vivos para atormentá-los.

Já em zoologia, passou a designar o estágio imaturo, pós-embrionário, de um animal, quando este difere sensivelmente do adulto, como os insetos, por exemplo, porque, neste estágio, o animal estaria "mascarado", disfarçado. Como vemos, portanto, são também chamadas vibriões astrais, as larvas mentais, larvas espirituais, larvas fluídicas, larvas energéticas, vermes astrais, vibriões mentais, bacilos psíquicos, larvas psíquicas, etc.

Como vemos, portanto, larvas astrais ou vibriões psíquicos são formas-pensamento semelhantes a micróbios físicos, criados pela viciação mental e/ou emocional da consciência, em atitudes, pensamentos e sentimentos desequilibrados. Vejamos algumas descrições de André Luiz no capítulo 3 do livro Missionários da Luz, ao examinar mais de perto alguns candidatos ao desenvolvimento mediúnico:

"Fiquei estupefato. As glândulas geradoras emitiam fraquíssima luminosidade que parecia abafada por aluviões de corpúsculos negros, a se caracterizarem por espantosa mobilidade. Começavam a movimentação sob a bexiga urinária e vibraram ao longo de todo o cordão espermático, formando colônias compactas nas vesículas seminais, na próstata, nas mucosas uretrais, invadiam os canais seminíferos e lutavam com as células sexuais, aniquilando-as. As mais vigorosas daquelas feras microscópicas situavam-se no epidídimo, onde absorviam, famélicas, os embriões delicados da vida orgânica. Estava assombrado. ... Seriam expressões mal conhecidas da sífilis?"

Ao que o instrutor Alexandre responde: "- Não, André. Não temos sob os olhos o espiroqueta de Schaudinn, nem qualquer nova forma suscetível de análise material por bacteriologistas humanos. São bacilos psíquicos da tortura sexual, produzidos pela sede febril de prazeres inferiores. O dicionário médico do mundo não os conhece e, na ausência de terminologia adequada aos seus conhecimentos, chamemos-lhes larvas, simplesmente. Têm sido cultivados por este companheiro, não só pela incontinência no domínio das emoções próprias, através de experiências sexuais variadas, senão também pelo contato com entidades grosseiras que se afinam com as predileções dele, entidades que o visitam com freqüência, à maneira de imperceptíveis vampiros."

Observando outro candidato habituado a ingerir álcool em excesso, André Luiz nos dá a seguinte descrição: "Espantava-me o fígado enorme. Pequeninas figuras horripilantes postavam-se, vorazes, ao longo da veia porta, lutando desesperadamente com os elementos sangüíneos mais novos. Toda a estrutura do órgão se mantinha alterada."

Ainda no mesmo capítulo ele examina também uma mulher com distúrbios alimentares e diz: "Em grande zona do ventre superlotado de alimentação, viam-se muitos parasitos conhecidos mas, além deles, divisava outros corpúsculos semelhantes a lesmas voracíssimas que se agrupavam em grandes colônias, desde os músculos e as fibras do estômago até a válvula ileocecal. Semelhantes parasitos atacavam os sucos nutritivos com assombroso potencial de destruição."


Ovóides

Parasitas ovóides são, como diz o Dr. Ricardo Di Bernardi, "espíritos humanos que, pela manutenção de uma idéia fixa e doentia (monoideísmo), acabam estabelecendo uma vibração de baixa freqüência e comprimento de onda longo que, com o passar do tempo, produz uma deformação progressiva no seu CORPO ESPIRITUAL."

Ovóides são, portanto, espíritos em estado de perturbação tão profundo que perderam a consciência de sua natureza humana, perdendo também a forma humana de seu PERISPÍRITO.

Portanto, não perdem o perispírito, não se manifestam apenas em corpo mental, mas estão com o perispírito ou corpo espiritual ou psicossoma tão deformado que este não tem mais a forma humana, apenas uma forma ovalada.

Di Bernardi diz ainda que "trata-se de um monoideísmo auto-hipnotizante. Ele vibra de forma contínua e constante, de maneira desequilibrada, gerando uma energia que gira sempre de maneira igual e repetida pelo mesmo pensamento desequilibrado. Ao vibrar repetidamente na mesma freqüência e em desequilíbrio com a Lei Cósmica Universal, gera este circuito arredondado que o vai deformando e tornando-o ovóide."

Assim, a insistência do espírito em, por auto-hipnose, reviver pensamentos e sentimentos negativos, geralmente de apego, remorso e vingança, faz com que perca a noção de tempo e espaço, fazendo com que se deforme, aos poucos, atrofiando, por falta de função, os órgãos do psicossoma, assumindo a forma do círculo vicioso em que vive mentalmente.

Quando uma pessoa entra em estado vegetativo com o seu corpo físico, não tem mais a capacidade de se manifestar com ele, mas não o perde, o corpo continua vivo, embora inerte. No caso do ovóide e do psicossoma é a mesma coisa. Por isso, não podemos falar em segunda morte, como querem alguns, assim como o estado vegetativo do corpo físico ainda não é a primeira morte, embora possa estar em vias de ser. Ou seja, o perispírito entra numa espécie de estado vegetativo, mas não se desintegra ou desaparece. O ovóide não o perde. É justamente o perispírito, aliás, que fica ovalado.

Ainda segundo Di Bernardi, este processo de "ovoidização" ocorre porque o "psicossoma também é composto de moléculas, tal como o corpo físico. Por analogia, imaginemos as moléculas do corpo astral como as moléculas dos gases: elas são maleáveis e se modificam ao sabor da pressão, da temperatura e até do recipiente que as contém. As moléculas do perispírito são moldáveis pelo pensamento e pelo sentimento; tomam formas de acordo com a vibração do espírito. Assim, se tornam brilhantes, opacas, densas ou leves."

Quando esses ovóides se ligam a uma consciência, encarnada ou desencarnada, em especial, fica caracterizado, então, o processo obsessivo por parasita ovóide. Neste caso, a massa fluídica em que se transformou o perispírito do desencarnado, envolve sutilmente o seu alvo e, depois, liga-se ou cola-se ao seu corpo, físico ou astral, distorcendo-lhe idéias, pensamentos, opiniões e atitudes. O ovóide só é incapaz de manipular energias, locomover-se e interagir CONSCIENTEMENTE, de livre e espontânea vontade, mas pode fazê-lo no automático, pelo instinto, atraído pela sintonia. E para isso, precisa do psicossoma, ainda que em estado precário, assim como mantemos funções básicas automáticas como respirar, urinar e defecar, mesmo em estado vegetativo do corpo físico.

O ovóide pode chegar à aura de alguém somente pela atração que essa pessoa exerce sobre ele. Nada mais é necessário como ponte. Basta a sintonia entre os dois. Como ímãs. Além da influência psicológica, os parasitas ovóides agem também drenando energias do obsidiado, podendo levá-lo até ao desencarne, caso seja encarnado.

É importante notar, no entanto, que como em qualquer processo obsessivo a ligação do parasita ovóide com a sua "vítima" nunca acontece sem a anuência ou permissão da própria vítima, ainda que inconsciente, pelo hábito de cultivar pensamentos de remorso, ódio, egoísmo, desejo de vingança, apego excessivo a coisas e pessoas, etc.

Os ovóides também podem ser hipnotizados por outras consciências e não só auto-hipnotizados, infelizmente. Existem espíritos que têm profundos conhecimentos de hipnose e usam esse conhecimento para manipular a mente de outros desencarnados, transformando-os em ovóides e alojando-os na aura ou no perispírito de encarnados que querem prejudicar. Isso, infelizmente, é mais comum do que se pensa.

Quanto aos ovóides que alguns chamam de benéficos, creio que não poderíamos chama-los "ovóides", pois não são espíritos que estejam sofrendo de monoideísmo mas, aí sim, provavelmente, espíritos num grau tal de evolução e luz que se manifestam sem o perispírito, exclusivamente com seu corpo mental, o qual não tem forma humana e se apresenta para nós, que estamos limitados pela percepção tridimensional, como bolas de luz, dando a impressão de que seriam ovóides luminosos.

Nesse caso, eles não estão confinados a um círculo vicioso por terem se auto-hipnotizado numa única idéia. É justamente o contrário. Eles expandiram tanto os seus horizontes espirituais que prescindem da forma humana e do perispírito para se manifestarem e se apresentam apenas em seu corpo mental.

(texto de Maisa Intelisano)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

MULHERES FADAS EXISTEM ( Por Senhora Bruma)

Tomei a liberdade de usar o texto de minha Amada Mãe espitirual sobre as fadas, além de passar para vocês uma grande lição, ainda passo à frente o conhecimento da Anciã!
beijos a todos.


Mulheres Fadas Existem.

E o número delas é bem maior do que você possa imaginar, embora nem todas, tenham consciência de sua descendência faérica. Algumas desconfiam, mas não ousam pesquisar, outras já foram informadas, mas não possuem força suficiente para encarar essa realidade.
Mulheres fadas, são descendentes de suas ancestrais que em razão de se apaixonarem por humanos, tornavam seus corpos físicos tão densos quanto os das humanas, e assim uniam-se aos seus amados. Destas uniões nasceram meninas, que iniciaram a linhagem das mulheres fadas.
Quanto as fadas, ao se tornarem tão físicas quanto as mulheres humanas, perdiam os poderes de fada, e ganhavam poderes de humanas. Geralmente elas não viviam muito tempo, vindo a falecer em poucos anos. Acontecia muito de morrerem ao dar à luz. A menina que nasce é uma descendente direta do povo do mundo mágico, e essa mulher fada, pode desenvolver a visão das fadas que a mãe tinha perdido ao se tornar humana.
As netas, bisnetas e assim por diante ainda levam consigo o genes das fadas, contudo a manifestação faérica pode pular de geração em geração, mas sempre há a possibilidade de nascer uma mulher fada em meio a uma família totalmente humana. E ela sofre, pois sente saudade de um lugar que não sabe onde é. Sofre de uma amarga solidão, mesmo estando cercada de pessoas a sua volta.
Resolvi falar sobre elas agora que já beiro os sessenta anos, e não temo mais o julgamento alheio, finalmente conto o que sei e o que sou. Neste blog posto algumas das indicações de ser uma mulher fada, leia-o com o respeito de uma mente aberta, nua, porque somente assim poderá compreender.
Sensiveis ao que acontece fora de si.

É como se elas tivessem um par de antenas, que captam o mais ínfimo pedido de ajuda, mesmos os não verbais. Entretanto, se não for adequadamente usado, esse dom não servirá de ajuda, ao contrário, só trará sofrimentos e situações constrangedoras, É como uma ferramenta que, se você não souber usá-la, causará mais danos do que benefícios. E o meu intuito é justamente, lhe explicar como usar essa sensibilidade para realmente ajudar as pessoas, e principalmente, ser feliz. Você precisa ser feliz, pois, esse é o seu destino, e essa é a sua missão.
Vou dar outro exemplo: Certa vez, uma mulher fada estava em um barzinho noturno em companhia de algumas pessoas amigas. Lá pelas altas horas da madrugada, quando saía do bar, a rua estava cheia de pessoas e carros. Mas, do outro lado da calçada um casal alcoolizado empurrava um carrinho de bebê contendo um pequenino dentro. Da porta do bar, mal dava para ver o trio infeliz que ali passava, mas a mulher fada, nem precisou dos seus olhos físicos para captar aquela cena real. Imediatamente atravessou a rua, e constatou o casal com a criança, que parecia faminta e suja. Seu coração humano se contraiu. A humana tomou as dores da criança e o que aconteceu a seguir, foi uma cena nada agradável. Aflita, ela procurou pelo telefone da responsabilidade civil dos menores, mas os pais alcoolizados perceberam que ela estava se intrometendo, e passaram a dar escândalo na rua. Enfim, sua atitude em nada ajudou aquelas pessoas infelizes, mas, causou constrangimento a umas, aborrecimento a outras, e ainda tristezas a outras tantas, além de ser recriminada pelas pessoas amigas, que estavam em sua companhia. Isso é um exemplo típico de desperdício de energia, causando estresse e não resolvendo nada.
Eu bem sei o que ela estava sentindo, eu bem sei que não fácil, senão impossível para qualquer outra pessoa entender, o que ela estava sentindo naquele momento. A mulher fada, sentia naquele momento em sua própria pele, a necessidade daquela criança de estar banhada, alimentada, e aconchegada em uma caminha confortável e limpa, o sofrimento daquela criança fez-se seu, ela encarnara a sua dor, e não dependia dela olvidar isso.
Por isso que se faz necessário um treinamento, pois esse, como todos os outros dons, é preciso ser usado de forma equilibrada, e com inteligência, para que sua ação seja realmente produtiva.
Eu sei que isso é muito difícil porque as emoções são como cavalos bravios, difíceis de serem controlados, mas se não os controlamos eles acabam jogando a carruagem (nesse caso nosso corpo físico) ribanceira abaixo. Então ficamos infelizes sofrendo a incompreensão das pessoas que estão a nossa volta. A dor é grande, mas totalmente incompreendida.
Para uma mulher fada, a sensibilidade é nervo exposto, e eu mesma, já ouvi várias vezes, as pessoas me dizerem que eu vejo coisas, que ainda não viraram a esquina.
É preciso portanto, aprender a lidar com isso, para não acabar se entupindo de antidepressivos, vivendo uma vida incompreendida e infeliz.
Aparentam ser mais jovens do que sao.

Talvez seja por sua parte faérica, as mulheres fadas realmente possuem uma aparência mais jovem do que realmente são.
Isso sem cirurgias plásticas é claro, porque hoje em dia é muito fácil uma mulher de quase sessenta anos aparentar quarenta. Mas, se você reparar nas mulheres que usam esse recurso para esconderem seus anos de vida, e conhecer uma mulher fada verá que ela é diferente, sua pele, seu brilho, fazem com que elas aparentem menos idade do que realmente possuem.

Mulheres fadas se curam mais rapidamente do que as outras pessoas.

É lindo ver isso, a possibilidade de franca recuperação de qualquer doença é comum à elas, a despeito de sua ancestral fada que se tornou uma mulher extremamente frágil, as descendentes possuem ao contrário uma magia própria para se auto curar e muitas delas dificilmente pegam gripes ou doenças de epidemia.

Gostos das mulheres fadas.

Seus gostos, são particulares e pessoais, começando pelo modo de se vestir. Elas não seguem a moda, como eu já disse antes, são livres, e isso se aplica também ao modo de vestir-se. Cada mulher fada veste-se da maneira como mais lhe agrada, ainda que essa não seja a forma das outras pessoas se vestirem. Elas gostam de roupas que reportam a sonhos, gostam de panos, tecidos soltos, leves ou muito pesados, tipo tweed com botas grandes ou sandálias leves para os panos soltos. É muito interessante ver a forma como misturam tecidos leves com os pesados, e conseguem dar uma aparência romântica ao visual.
Gostam de cores, cores fortes todas juntas, ou suaves aglomeradas entre si. São particularmente encantadas por estampas de flores, rosas são as preferidas, adálias, e buquês silvestres, embora os xadrezes como os vicks, e os madras também fazem por vezes parte de seus guarda-roupas.
Detestam exercícios físicos, ou longas caminhadas, assim como se cansam facilmente, o que pode ser confundido com depressão.
Brincar em balanços, independente da idade que tenham, é um recurso que usam para se sentirem bem, uma vez que mais do que as outras pessoas elas sentem o peso do corpo físico, assim o fato de balançarem as reportam a leveza do corpo etérico.
Quanto a sua alimentação, elas gostam de doces, mas nem sempre em demasia. Animais não são seus pratos favoritos, e a maioria é incapaz de comê-los.
Frutas entretanto, são os néctar dos deuses para elas.
Gostam muito de música, geralmente músicas tanto suaves quanto barulhentas, se bem que a segunda opção as cansa logo.
 
A Natureza das mulheres fadas.

Posso lhes dizer que, possuem uma natureza difícil de ser entendida, eu diria até que mulheres fadas, não são entendidas, quanto muito são aceitas e admiradas por quem as amam.
Mulheres fadas, se apaixonam e amam, amam muito, mas se tem algo muito forte nelas é o sentido de liberdade, elas são totalmente livres, o que não quer dizer que não cumpram obrigações e deveres adquiridos. Por exemplo, uma mulher fada mãe dedicada, assim como qualquer outra mãe, se prende por suas crias, a diferença é que elas sabem que estão presas porque querem, ou seja, não estão presas, estão vivendo uma opção. Elas têm plena consciência de que escolheram viver a vida que estão vivendo, não porque a maternidade as prende, mas porque elas querem acompanhar suas filhas (mulheres fadas, não possuem filhos), querem estar perto. Viver a dedicação materna lhes é mais importante, do que quaisquer outras formas de viver que lhes acene.
Igualmente, nenhum homem grosseiro ou egoísta as prende por muito tempo, e não é raro ver mulheres fadas sendo ameaçadas por maridos possessivos e ciumentos, ainda que, elas sempre de alguma forma, levem o tempo que for preciso levar, separar-se desses homens, se assim não for, definham até a morte.
Elas também são independentes de quaisquer formas materiais, sejam moedas, jóias, casas, carros, enfim, as mulheres fadas podem ser ricas financeiramente, mas, suas posses não as possuem, você jamais verá uma mulher fada gastando dinheiro em shoppings a não ser para compras lúcidas. Elas amam presentear, mas a maioria presenteia com objetos confeccionados por elas mesmas, porque conscientes ou inconscientemente, sabem que esses presentes são carregados da energia da pessoa que os manufaturam, e neles vão raios de seu amor pela pessoa.
Falando nisso, preciso contar que todas elas, sem exceção possuem algum dom artístico, nem que seja o dom de ser apaixonada pela arte e ter sua casa, seu canto recheado de obras artísticas, e quando falo arte falo de todas as suas formas de manifestações, desde uma pintura, passando pelo artesanato, pela arquitetura, até um livro.
Impreterivelmente, todas amam o campo, o mar, as montanhas, e todas sentem necessidade de estar junto à Mãe Natureza, é assim que elas se revigoram, é assim que elas equilibram a sua saúde e sua mente. E posso dizer com toda segurança que a falta de contato com a natureza e fatal para elas. Em verdade esses seriam os lugares ideais para o desenvolvimento de uma vida saudável, próspera e produtiva, para essas mulheres, morar em apartamentos, em grandes centros urbanos, com muitos ruídos, poluição e principalmente com uma massa de pensamentos discordantes ao redor, é lhes uma verdadeira tortura, mas, infelizmente o mal estar é atribuído a outros fatores que não os verdadeiros.
Espiritualmente, as mulheres fadas caminham por vários caminhos, e em cada um deles, pensam ter encontrado seu lugar, para depois se afastarem desiludidas e tristes, sentindo-se mais solitárias do que nunca. Há uma necessidade do divino dentro delas, uma necessidade muito além das religiões estabelecidas, essas mulheres intuem a verdade da sacralidade de tudo o que há, e não conseguem conviver com conceitos criados pelos homens sedentos de poder, nem que seja de poder espiritual. Infelizmente também foram educadas de forma a ver pecados e culpas, onde há apenas desconhecimento da sacralidade da vida em todas as suas formas de manifestações.
Por fim, quero lhes dizer sobre sua natureza, que as mulheres fadas sempre aparentam ser mais jovens do que realmente são, e possuem um estranho poder de se curar mais rapidamente do que a maioria das pessoas, a despeito de não serem fortes fisicamente.

Qualquer dúvida me escreva.
 
Alegre e tristes ao mesmo tempo.  
Sim, por mais que pareça contraditório, é assim mesmo que elas são.

Possuem uma alegria triste, talvez uma alegria sensível, pois, as mulheres fadas, sentem uma imensa alegria pela vida, pelo sol, pela lua, por cada trecho ou pedacinho da terra. As borboletas, os caracóis, as formigas, cigarras, todos as encantam e as fazem ficar alegres.Mesmo que, como humanas tenham aprendido a conter a expressão dessa alegria, para não passarem por simplórias. Muitas vezes quando acompanhadas de outras pessoas que conversam e riem alegremente, contam sobre compras, sobre namoros, falam de festas, centradas cada uma em suas conquistas ou sonhos, as mulheres fadas sentem sua atenção se voltar para a vida que pulsa ao redor do grupo, e até mesmo uma florzinha amarelinha que nasce entre as ranhuras da calçada, cintilam beleza e lhes irradia felicidade. De repente o burburinho da falação fica como pano de fundo em sua mente, e o que vê e ouve é o pulsar da natureza, seja o sorriso de uma criança, uma ave, uma árvore, enfim... É com algum esforço que elas voltam sua atenção a conversa e participam dela, mas, por mais que pareçam esquecidas do momento de conexão com a vida natural, lá no fundo de seu ser ela está ligada ao todo.

Por outro lado, os sofrimentos, as dores e os dissabores de pessoas, plantas, animais lhes machucam intensamente, e elas precisam aprender a desenvolver a compreensão de que não são elas, que irão acabar com a dor do mundo, mas sim cada um e todos. Elas são muito arrogantes nesse ponto, pois, são capazes de sucumbir diante da impotência de não poder curar a tudo e a todos. É preciso que elas aprendam, a respeitar os caminhos que não conhecem, aceitando a vida humana com todas as suas delícias e pesadelos. Mas, isso é extremamente difícil para elas, e muitas vivem em sofrimento o que faz com que, em vez de ajudar, tornam a vida das pessoas que as amam difícil e sofrida. É por isso que precisam educar sua mente para que a arrogância não destrua a si e aos outros. Eu conheci várias que se perderam totalmente nesse caminho, e hoje estar perto delas, é estar ouvindo lamúrias, elas só falam de si mesmas e de suas dores, parece-me que suas dores que antes eram por conta das outras pessoas, passaram a ser por dó de si próprias, se lamentam, se sentem solitárias, mal amadas e lamuriosas.

Muitas mulheres fadas vivem entre mundos, ou seja, sentem saudades de um lugar que não sabem onde é, e algumas vezes conseguem vislumbrar mesmo que por frações de segundos, o mundo faérico ancestral.

Elas sentem alegria como ninguém, porque sua alegria é abrangente, não ficam alegres porque compraram um carro simplesmente, junto com essa alegria estão embutidas as alegrias do viver, a gratidão pela luz do sol e pelas sombras da noite.

É...Não é nada fácil ser uma mulher fada.

 
 A inteligência das mulheres fadas.

Independente do grau de conhecimento que tenham, elas possuem uma inteligência bondosa, são capazes de olhar e ver, todos os lados de uma questão, de uma mesma situação.
As mulheres fadas, quando são envolvidas em uma discussão, ou briga, podem reagir como qualquer outra pessoa, ficando bravas, cheias de rancor, desejosas de provar a sua teoria sobre o assunto. Mas, acontece que, como elas tem facilidade de enxergar além das aparências, em breve elas percebem os motivos da outra pessoa, e, tendo a mulher fada desenvolvido ou não, uma consciência desse dom, ele existe, está lá, e faz com que toda a mágoa, o rancor, ou seja lá o que for, desapareça de dentro dela, porque ela compreendeu a outra parte. Isso pode levar de alguns instantes há alguns meses, mas jamais anos.
Muitas vezes uma mulher fada até representa que ainda continua magoada porque senão causará a impressão de estar louca pois, em um instante estava muito brava, e no instante seguinte, o assunto já não a inflamava mais.
Além do que, a inteligência amorosa, sabe que toda pessoa que magoa e fere, está com graves problemas. É certo, que ninguém tem o direito de maltratar as outras pessoas, mas as mulheres fadas possuem inteligência suficiente para saber que as pessoas que agem assim, não estão em seu equilíbrio perfeito.
Agora enquanto escrevo isso, eu me lembrei de um caso interessante, e vou lhes contar:
Havia um homem, que batia na mulher, gritava com os filhos, quebrava a casa toda, era um horror, todos se enchiam de ódio contra ele. Ate que um dia, um médico resolveu fazer uns exames nele e descobriu que tinha falta de ácido fólico. Existe uma teoria de que a falta de ácido fólico, causa crises de ira. Eu não sou médica e nem cientista, eu li esse artigo em um livro sobre vitaminas. Dizem que o tal médico, tratou o tal homem, com essa vitamina e em pouco tempo ele deixou de ter as crises de ira. Veja só, onde vai parar a cara de quem estava odiando o homem.
Outro caso também é o do menino que conversava com os mortos, e tinha visões que muito lhes perturbavam, parece que nele também, foram constatadas carência de ácido fólico, e o médico fez um tratamento com essa vitamina, mudou a alimentação dele, e também lhe tratou com uma boa dose de vitamina C, e o menino parou de ver os mortos e de falar com eles.
Há uns tempos atrás, eu li que a atriz Regina Duarte, declarou que estava fazendo um tratamento com vitaminas, o artigo dizia que ela havia procurado o médico, porque passara a acordar todos os dias com sentimentos desagradáveis, então fez os exames recomendados, tomou as vitaminas receitadas e já estava ótima.
Claro está que a falta de vitaminas não é o único motivo pelo qual uma pessoa fica desarmoniosa consigo mesma, com o universo e sai por aí maltrando, gritando, atingindo os outros, quando na verdade está atingindo a si própria. Muitas são as razões, desde desiquilíbrio mental, até os traumas, os medos, enfim...
Só por, é possível percebermos, que realmente não podemos julgar ninguém.
Os chineses costumam dizer que, "Só conhece uma pessoa quem anda uma milha dentro dos sapatos dela", ou seja, só conhecemos uma pessoa se formos ela mesma por um bom tempo, e olha que eu tenho cá para mim, que nós não conhecemos nem a nós mesmos que andamos dentro de nós desde que nascemos, que dirá pensar que conhecemos as outras pessoas.
Ah! Lembrei-me agora que algumas pessoas tem crises de ira se tomarem café todos os dias, eu mesma começo a ficar angustiada, quando tomo café mais de uma vez por dia durante uns dias. E eu custei a perceber isso, sofria, pensava que era assunto espiritual, mas como mulher fada, logo percebi o que era, e hoje tomo cuidado em não abusar do café.
Mas voltando a inteligência das mulheres fadas, é uma inteligência afiada no sentido de captar as coisas no ar, não uma intuição. Intuição é diferente, estou falando de captar por inteligência mesmo, pela mente calcular rápido, não estou falando de contas.
Rajneesh contava que o Mula Nasrudin costumava levar seu filho todos os dias para contar quantas laranjas haviam no caixote que ficava sempre em frente à porta. Todos os dias ele fazia isso, até que um dia, o menino não precisou contar, e nem importava o tamanho do caixote, ele já sabia quantas laranjas haviam lá. ´
As mulheres fadas são assim, não lhes pergunte como é que elas sabem, elas sabem.
Não estou falando de teimosia, e nem de intuição, estou falando de conhecimento puro e simples.
Um suave bater de asas para você que me le, e que tenha horas maravilhosas pela sua frente.


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"Somos a teia e somos quem a tece"

O título dessa postagem é o trecho de uma música, e mulheres fadas, precisam ter essa frase gravada em suas memórias, repassá-las sempre na lembrança, e através desse entendimento, monitorar cada pensamento, cada imaginação, vigiar quais pensamentos está abrigando no corpo mental. Pensamentos, geram emoções, que por sua vez fabricam sentimentos, e os sentimentos impulsionam as ações. Daí a urgência de aprender a selecionar os pensamentos.
E nesse âmago, devemos nos lembrar de que; os programas de tv, filmes, conversas e músicas, que escolhemos, nos fornecem materiais para nossos pensamentos. Assim se você vive assistindo programas e filmes policiais, você irá lotar a sua mente desse material para pensar, e quando conversar com alguém irá falar sobre medo, agressividade, traição, corrupção. Você estará cozinhando, ou dirigindo ou fazendo qualquer coisa e esses tipos de pensamento virão sempre à tona em sua mente..."somos a teia e somos quem a tece".
Eu cito apenas um exemplo acima, mas qualquer assunto que foque, irá gerar pensamentos de acordo.
Quando pensamos estamos usando a imaginação, e visualizamos o motivo de nosso pensar, de maneira que, estamos moldando no plano astral o material que iremos receber dali há algum tempo, ou seja, vamos viver as experiências que estamos projetando em nosso pensar. É como a pessoa que diz, que quer ser feliz, mas na hora de escolher um filme para assistir escolhe um filme policial, ou de suspense, ou de guerra, violênica, ou aqueles seriados de hospitais que mostra o sofrimento de pessoas passando por agoniosas doenças, cirurgias, enfim... Eu lhes pergunto sempre: - Você diz que quer a felicidade, mas quando tem oportunidade de escolher o tipo de emoção que vai sentir, escolhe o medo, o horror, a indignação?
Assim quando acontece, assalto, acidente, desemprego, doença, ou quaisquer outro tipo de sofrimentos que acarretem emoções de dor e medo, na verdade, você, eu ou as outras pessoas estaremos vivendo nossas escolhas, mesmo que inconscientes, mesmo que digamos..."Ora! Era só um filme". Sim era só um filme, que projetou imagens no corpo mental, e sentimentos no corpo emocional.
É claro que não é somente isso que gera o sofrimento, esse assunto é amplo, mas, nossas escolhar diárias, moldam as experiência que viveremos. Realmente somos o sonho e o sonhador.
Outro ponto importante, é que os pensamentos são contagiosos, isso está mais do que provado, o que é uma bênção e uma maldição, pois, de acordo com o tipo de pensamento, a fraqueza, ou força mental da pessoa, ela receberá os pensamentos circundantes com maior ou menor impacto para a sua personalidade. E, da mesma forma que somos contaminadas, também contaminamos, isso é uma grande responsabilidade que as pessoas comuns, não entendem ou não conhecem.
Há que se tomar muito cuidado, com os próprios pensamentos ao dormir em quartos onde houver crianças, principalmente bebês, eles são totalmente vulneráveis, não se permita pensamentos de medo, de raiva, de vingança ou lembranças ruins nessas circunstâncias.
Houve uma época de minha vida, que eu dormia no mesmo quarto que as minhas duas filhas, e esse foi um tempo, em que eu aprendi rapidamente a controlar quais pensamentos iria me permitir, eu tinha que fazer essa seleção forçadamente, pois, não queria contaminar as crianças com pensamentos desarmoniosos.
Da mesma forma, é preciso cuidar da própria proteção ao dormir no quarto com pessoas cheias de problemas, pessoas com tendências a maledicências, rancorosas, enfim...Nesses casos, da mesma forma, temos que ter o cuidado de vigiar nossos próprios pensamentos, focando-os em harmonia, bem estar e beleza, para ajudar a outra pessoa, e nos proteger de sermos contaminadas pelos pensamentos desarmoniosos dela.
É... Minhas amigas, meninas, mulheres e anciãs... isso tudo é muito importante para o nosso equilíbrio, e para nos auxiliar no contato com as nossas ancestrais faéricas, nos colocarmos em contato com as fadas que nos rodeiam.

Magia das mulheres fadas

Po de fadas.

Esse maravilhoso pó pode ser usado sempre que você precisar de mais beleza e alegria em sua vida, eu o uso há anos com resultados excelentes.
"Primeiro comece juntando pétalas de rosas e outras flores que você ganha em seus aniversários e datas comemorativas.
Pegue as pétalas e coloque em uma peneira (para não juntar umidade) e a pendure ao ar (mesmo que seja dentro de casa) para secar.
Depois de secá-las você as guarda em uma vasilha de lata ou madeira, bem bonita e colorida.
Quando tiver uma quantidade boa, comece a preparar o pó.
Espere uma lua cheia bem cheinha, e então depois de tomar um banho bem perfumado, você recheie a sua mente dos mais belos pensamentos que conseguir ter, e vá apertando e macerando as pétalas para que elas se tornem pó. Depois de colocar bastante sua energia nelas você as coloca em um liquidificador ou algo assim para que realmente fiquem finas como um pó.
Feito isso acrescente purpurina colorida, e um punhadinho de terra seca, que você terá colhido, dos pés de uma florzinha do jardim ou do vaso.
Misture tudo muito bem e guarde em um vidro transparente.
Pronto. Agora é só usá-lo quando precisar espalhe uma pitada desse maravilhoso pó no ar a sua volta, ou de quem queira ajudar. Cuidado apenas com seus pensamentos nesse instante, porque eles podem quebrar o poder do pó, caso esteja desarmonioso.

Uma linda magia de amor!

Faça um círculo com pétalas de rosas amarelas, vermelhas e rosas, entremeadas com alguns paus de canela, pedaços de gengibre e flores de hibisco. O círculo tem que ser grande o suficiente para você caber dentro dele. No centro coloque um cálice com vinho tinto, ou suco de uva, e acenda um incenso de ylang ylang, ou de canela, e uma vela rosa, outra vermelha e outra amarela.

Coloque uma música agradável e dispa-se.
Entre no círculo voltada para o leste, o lugar de onde nasce o sol, (pode ficar em pé, mas se preferir sente-se em uma almofada confortável) respire profundamente até sentir-se relaxada e calma, então visualize a si mesma, muito feliz, imagine-se em um momento de grande felicidade, muita felicidade mesmo, alegre, agradecida e feliz! E nesse estado de alegria e felicidade, (pois você já está antevendo o que virá) diga em voz audível:

"- Óh! Deusa do Amor! Óh! Rainha das fadas!
Mulher, fêmea encantadora, me cubra com seus atributos,
a mim, que sou sua filha amada, e me faça encontrar,
aquele que me amará e a quem eu amarei, que me fará
feliz e a quem eu feliz farei.
Esse é o meu desejo que a noite tece.
Esse é o meu desejo que assim acontece."
Fique alguns momentos sentindo a felicidade do desejo satisfeito, depois erga a taça do vinho, ofereça-a a Rainha das fadas, e tome o conteúdo degustando lentamente.
Fique o tempo que achar gostoso dentro do círculo, depois recolha tudo e faça um chá, deixe esfriar e jogue sobre seu corpo após o próximo banho.

(Bruma amada mãe, essa postagem foi em homenagem à você e a seus conhecimentos, te amo eternamente)

sábado, 23 de outubro de 2010

Fases da Lua e suas atuações.

 MAGIA LUNAR

A lua na magia
As bases da magia lunar



giftluafases  As influências da Lua:

A lua e suas fases são primordiais em magia.
Quem trabalha com a magia, quem quer fazer o seu ritual de magia deverá sempre conhecer a fase lunar em que se encontra e esperar a fase lunar adequada ao ritual que pretende executar.
Não é por nada que, até os menos crentes ou os totalmente descrentes na magia, não podem negar o facto de a lua exercer influências visíveis no mundo dos factos.
Assim os puramente racionais não podem negar que a lua exerce influências sobre as marés, ou que em fase de lua cheia as maternidades enchem com as mulheres grávidas prontas para dar á luz.
Então se assim é, porque não admitir de vez, que a Lua exerce influencia sobre nós próprios?
Não somos também nós um ser da natureza?
Já pensou de onde vem a expressão “está com a lua!”
Desde sempre que, quem cultiva tem em conta as fases lunares para as suas sementeiras afim de obter uma melhor produção, tem em conta a lua para podar as árvores afim de não prejudicar o seu crescimento. Lá diz o ditado popular que, “em lua cheia, não cortes pau nem veia”.
Em vez de se dizer que tudo isso são crendices ou coisas dos antigos, talvez se deva escutar esses mesmos antigos, pois os seus muitos anos lhes trouxeram a sabedoria da vida.

Essa sabedoria também existe em magia, e ao longo dos séculos tem sido transmitida a quem a quiser ouvir. E Respeitar!


giftluafases O ciclo lunar:

O ciclo lunar estende-se sobre 29,5 dias e corresponde a uma rotação completa da Lua á volta da Terra.
A Lua não produz luz por si mesma, mas reflecte a luz do sol, daí a lua ter as suas faces diferentemente iluminadas. A que fica virada para o sol reflecte a luz deste, a face oposta fica escura.
Quando a lua vira para a Terra a sua “face escura” estamos em lua nova, quando vira a sua face iluminada, estamos em lua cheia.
Entre a lua nova e a lua cheia: a lua cresce. É a faze crescente da lua.
Depois da lua cheia, a lua decresce: é a fase minguante.

giftluafases A lua em magia:

Em função das 4 fases da lua, far-se-ão rituais diferentes.
As diversas fases são muito importantes e deverão ser tidas em conta, qualquer que seja o tipo de magia que vai praticar, seja magia branca, magia negra, magia vermelha…
Deve-se trabalhar durante a fase lunar adequada, com convicção, concentração e visualização do resultado que se quer obter com o ritual.
O seu nível de energia deve estar em alta, pois é pouco provável que obtenha quaisquer resultados, pelo menos os que você quer, se o seu nível de energia estiver baixo, ou se o seu corpo estiver debilitado.

La nouvelle Lune

NA LUA NOVA (ou lua negra):

Nesta fase far-se-ão os rituais que visam influenciar uma pessoa (magia de influência), lançam-se as maldições, os quebrantos e os feitiços negativos.
Para os mais experientes nas artes mágicas também se pode fazer a magia de retorno, devolver o mal a seu dono…
Notem que devolver o mal ao seu dono, não significa de maneira nenhuma FAZER O MAL PURA E SIMPLESMENTE, apenas pegar um pacote de "presente" e devolver porque esse não te serviu!!!
La Lune croissante

A LUA CRESCENTE:

Momento apropriado para a magia positiva.
É a fase ideal para se chamar as energias positivas e praticar os rituais de prosperidade, de sucesso em empreendimentos, de desejo sexual, de atracção, mudanças positivas.
Os feitiços a praticar nesta fase são aqueles que visam atrair coisas boas para si.

La pleine Lune

NA LUA CHEIA:

É o momento em que as energias se encontram no ponto mais alto e consequentemente produzem grandes influencias.
Nesta fase se praticam todos os rituais e invocações de magia branca afim de aumentar os poderes psíquicos, extra-sensoriais, sonhos proféticos.
É o momento das iniciações, das consagrações e dos pedidos ás Deidades.
Fase ideal para todas as invocações ás Deusas Lunares, bem como para fazer rituais de fertilidade, e invocações aos espíritos.
Nota: os pedidos para a lua cheia só funcionam nos 3 primeiros dias, pois após, a mesma já começa a minguar…

La Lune décroissante

NA LUA MINGUANTE:

- É o momento de eliminar as influências negativas, desfazer feitiços, quebrar a má sorte, fazer exorcismos, banir tudo o que está mal.

- É o momento apropriado para a magia destrutiva, os encantamentos negativos

A GRANDE REGRA DA MAGIA:

Constrói-se em Lua Crescente.
Destrói-se em Lua Decrescente/minguante.

MNEMOTECNICA:

Para saber se está em fase de lua crescente ou minguante, olhe para a lua e faça um traço “mental” nas duas pontas da lua.
Se fazendo essa linha você obtém um “b”: lua crescente.
Se fazendo essa linha você obtém um “d”: lua decrescente.


MAGIA E POSIÇÃO DA LUA NO SIGNOS DO ZODIACO:

A lua em carneiro:
Boa fase lunar para aumentar a sua autoridade.
Nesta fase invocam-se os Deuses da Guerra.

A lua em touro:
Fase ideal para rituais ligados ao aumento de bens, dinheiro e prosperidade.

A lua em gémeos:
Para feitiços de comunicação. Época favorável para mudanças de casa.

Lua em caranguejo:
Fase para honrar as Deidades lunares, fazer rituais de protecção da casa e de seus haveres, invocar espíritos familiares.

Lua em leão:
Para aumentar seu impacto social, coragem, fertilidade masculina.

Lua em virgem:
Para obter um emprego e aumentar suas faculdades intelectuais.

Lua em balança:
Para aumentar a sua criatividade, seu sentido de justiça, resolver problemas legais, e adquirir equilíbrio espiritual.

Lua em escorpião:
Para resolver problemas sexuais e fazer mudanças profundas.

Lua em Sagitário:
Para favorecer viagens e desvendar verdades.

Lua em capricórnio:
Para aumentar a ambição, sucesso em assuntos politicos e reconhecimento na carreira.

Lua em aquário:
Para aumentar faculdades artísticas e criativas.  Para romper com velhos hábitos.

Lua em peixes:
Para favorecer os sonhos e clarividência.


Na magia lunar: o mago ou a bruxa, invocarão a lua no seu ritual, a deidade lunar… são rituais poderosos, mas têm que ser feitos na fase lunar precisa. 

CONVENÇÃO DOS FERIDOS POR AMOR (por Paulo Coelho)

Disposições gerais :
A – Em se considerando que está absolutamente correto o ditado “tudo vale no amor e na guerra”;
B – Em se considerando que na guerra temos a Convenção de Genebra, adotada em 22 de agosto de 1864, determinando como os feridos em campo de batalha devem ser tratados, ao passo que nenhuma convenção foi promulgada até hoje com relação aos feridos de amor, que são em muito maior número;
Fica decretado que:
Art. 1 – todos os amantes, de qualquer sexo, ficam alertados que o amor, além de ser uma benção, é algo também extremamente perigoso, imprevisível, capaz de acarretar danos sérios. Conseqüentemente, quem se propõe a amar, deve saber que está expondo seu corpo e sua alma a vários tipos de ferimentos, e não poderá culpar seu parceiro em nenhum momento, já que o risco é o mesmo para ambos.
Art. 2 – Uma vez sendo atingido por uma flecha perdida do arco de Cupido, deve em seguida solicitar ao arqueiro que atire a mesma flecha na direção contrária, de modo a não se submeter ao ferimento conhecido como “amor não correspondido”. Caso Cupido recuse tal gesto, a Convenção ora sendo promulgada exige do ferido que imediatamente retire a flecha do seu coração e a jogue no lixo. Para conseguir tal feito, deve evitar telefonemas, mensagens por internet, remessa de flores que terminam sendo devolvidas, ou todo ou qualquer meio de sedução, já que os mesmos podem dar resultados a curto prazo, mas sempre terminam dando errado com o passar do tempo. A Convenção decreta que o ferido deve imediatamente procurar a companhia de outras pessoas, tentando controlar o pensamento obsessivo “vale a pena lutar por esta pessoa”.
Art. 3 – Caso o ferimento venha de terceiros, ou seja, o ser amado interessou-se por alguém que não estava no roteiro previamente estabelecido, fica expressamente proibida a vingança. Neste caso, é permitido o uso de lágrimas até que os olhos sequem, alguns socos na parede ou no travesseiro, conversas com amigos onde pode-se insultar o antigo(a) companheiro(a), alegar sua completa falta de gosto, mas sem difamar sua honra. A Convenção determina que seja também aplicada a regra do Art. 2: procurar a companhia de outras pessoas, preferivelmente em lugares diferentes dos freqüentados pela outra parte.
Art. 4 – Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão. Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.
Art. 5 – Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo. Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero. Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos. Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.
Determinação final : os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes. Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.
E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”.Porque não viveram.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

BRUXAS, QUEM SOMOS NÓS?



 
Bruxas, quem somos nós?
Em primeiro lugar somos mulheres e damos graças a isso. Eu prefiro usar o termo mulheres de poder, afinal é isso que somos, PODEROSAS, FORTE E CAPAZES.
Conhecemos sobre ervas, astrologia, tarot, magia, mudanças de estações, dores e amores, sol e lua. Não porque fizemos pactos satânicos, mas porque mantivemos em nós uma fé simples e pura. Uma fé onde o amor é nosso maior pilar.
Amor pela vida, seja ela humana, animal ou vegetal.
Mantivemos em nós a capacidade de estar em contato com toda energia vital existente.
Celebramos nossos ciclos menstruais, pois lembram a nossa fertilidade e acima de tudo, nos lembra que encerramos em nós mulheres, em nosso sagrado ventre, o dom e o mistério da criação. E mesmo quando nosso útero encerra seu ciclo fértil, agradecemos essa virada da roda universal, pois um ciclo encerrado é também o início de outro, neste caso, celebramos nossa fase anciã e a sabedoria que a acompanha.
Nossos ritos são sempre cheios de alegria e respeito.
Somos sempre gratas por tudo, mesmo nas dificuldades, pois confiamos nos desígnios da Grande Mãe.
Somos gratas pelo ventre que cresce durante a gravidez.
Por sermos abençoadas em poder alimentar nossas crias.
Pelo fogo que aquece e purifica.
Pela água que sacia nossa sede e pela chuva que cai no solo, saciando a sede de plantas e animais.
Pelo ar que respiramos e mantém vivas todas as criaturas.
Somos gratas por nascermos e por morrermos, pois assim, cada uma de nós retorna ao lugar de origem.
Somos gratas aos nossos antepassados, pois eles nos deixam muito mais que heranças financeiras. Deixam também uma herança genética, espiritual, energética e acima de tudo mágica.
Somos gratas ao nosso TEMPLO MAIOR. Nosso corpo físico, pois nele habita nossa alma imortal.
Agradecemos nossos companheiros de viagem terrena, independente de religião ou raça, pois sabemos que a igualdade começa no Amor, e sem eles nunca conseguiríamos exercitar nossos melhores sentimentos.
Sabemos que tudo o que somos e fazemos determina nosso caminho, pois cremos na Lei do Retorno: TUDO O QUE FIZERDES RECEBERÁ DE VOLTA! Sejam coisas boas ou ruins desmistificando assim a chamada magia negra, o que acreditamos existir, são pessoas boas e ruins.
Temos responsabilidades sobre nossos atos e palavras, afinal esse é o mistério da magia: DETERMINAÇÃO.
Apesar de cercadas de mitos, nossa religião é simples como nossa fé.
Uma bruxa ama a natureza e vive sentindo, mais do que pensando.
Uma bruxa é, por si só, uma mulher fascinante, pois seu espírito é misterioso.
Uma bruxa adora a vida em todas suas formas.
Uma bruxa se enfurece com o mal feito injustamente, porém nunca é impiedosa e cruel.
Ser bruxa é ter a força dos céus, a luz do sol no olhar, o resplendor do fogo, a presteza do vento, a profundidade do mar, a estabilidade da terra e a firmeza de uma rocha.
Ser bruxa significa viver e agir na própria essência ancestral e imortal, seguindo a luz divina, a faísca primordial da alma – O ETERNO AMOR.
E assim caminhamos na roda do ano e celebramos cada passagem. Em outubro chegamos em Beltane, um dos nossos maiores rituais.
A palavra Beltane se origina dos termos galeses Tan (fogo) e Bel (nome do deus sol dos galeses). Juntas as palavras significam “fogo de bel” ou ainda, mais poeticamente, “ fogo no céu”, uma expressão que mostra bem o espírito desse rito.
Beltane é o ritual de fertilidade, de casamento entre a Deusa e seu consorte, o Deus. Porém essa fertilidade não é apenas humana, mas de toda a natureza.
As plantas voltam a florir, os animais estão em procriação, o sol está voltando ao nosso planeta e a vida se mostra a cada momento.
Celeramos essa fase da roda do ano com flores, frutas, ovos coloridos, fogueira e muita, muita alegria!
Portanto em 31 de outubro, quando lembrarem-se de nós, faça um pedido, acendam velas, façam uma guirlanda bem colorida, coloque frutas e flores pela casa. E tenham certeza, estaremos enviando bênçãos a cada casa deste planeta.
Inclusive a sua.
P.S.: Agradeço a oportunidade de poder dividir com você um pouco deste conhecimento há muito esquecido e renegado pela maioria das pessoas.
Graças a perseguição histórica que sofremos, ser bruxa virou sinônimo de mulheres feias e más!
Sabemos que não é assim.
Fico à disposição daqueles que sentirem seu coração tocado  pela sede de conhecer um pouco mais da essência humana de forma pura e simples.
‘HÁ MAIS MISTÉRIOS ENTRE O CÉU E A TERRA DO QUE SUPÕE NOSSA VÃ FILOSOFIA”

Luz em seu caminho
Paz em sua vida
E muito amor em seu coração!

Rose Ponce

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SOBRE OS CHAKRAS

 
A palavra “chakra” vem do Sânscrito e significa “roda de luz”, "roda da lei", "roda da vida" ou "morte". Chakras são pontos de energia de diferentes vibrações, representando diferentes aspectos do corpo, da alma e do espírito. Simbolizam a lei da natureza, estando em constante movimento. Eles estão localizados ao longo da coluna vertebral do corpo humano.
Alguns clarividentes conseguem enxergar cada um desses pontos, com sua forma e cor específica. Através da Radiestesia e outras formas de tratamentos alternativos, pôde-se constatar que a maioria das doenças são decorrentes do desequilíbrio dos chakras ou da entrada de energia negativa nesses pontos vitais.
Os chakras harmonizados nada mais são do que o equilíbrio entre as polaridades Yin (feminino, frio e úmido) e Yang (masculino, quente e seco). O esquema dos sete chakras é o mais usado nas terapias alternativas. Entretanto, existem inúmeros outros chakras menores, atuando num esquema dinâmico de intercâmbio energético.
Sua função é de receber e transmitir energia para as áreas afetadas do corpo físico, trazendo o equilíbrio. Trabalhando com os chakras, é possível unir todos os aspectos de nossas vidas, incluindo os aspectos físicos, materias, espirituais, sexuais e etc.
Os chakras são centros de conjunção de energias que circulam ao longo de uma espécie de "sistema nervoso subtil" que se chama Nadis. É por eles que circula a energia vital: PRANA
Os chakras criam-se no ponto de intersecção dos Nadis. É nestes centros de força que se encontram o plano terrestre e o plano cósmico. Apresentam-se sob a forma de um cone (funil) e a raiz dos sete chakras principais está conectada ao canal central (o canal Sushumna), com uma parte nas costas, que recebe a energia, e a parte da frente, que a emite. Quando se trata um chakra desperta-se a Kundalini.
É através destes centros de energia que os seres humanos recebem e transmitem. Os chakras alimentam o corpo físico e todos os corpos subtis, alimentam-se de tudo o que, no universo, é energia.
Todos os nossos estados de consciência são condicionados pelo estado energético dos nossos chakras.
No corpo físico, encontra-se sete chakras principais, sendo três mestres e quatro maiores. Sabemos que existe trezentos chakras menores espalhados pelo corpo físico. Também há muitos chakras que se encontram fora do corpo. Quando todos os chakras estão abertos e balanceados, a energia nos permite comunicar com os espíritos do Universo.
Os chakras são divididos da seguinte maneira:
- - Os três chakras localizados na cabeça e na região da garganta, são governados pela razão.
- - Os chakras que estão localizados na frente do corpo, são governados pela emoção.
- - Os chakras que estão localizados na parte de trás do corpo, são governados pelo desejo.
Cada chakra está associado com uma das sete cores do arco íris.ores do arco-íris.

SOBRE MAGIA!

Acredite: cada vez que você resolve efetivamente um problema, sua capacidade multiplica-se e você torna-se naturalmente um bom "resolvedor" de problemas alheios similares. Já percebeu isso? Ainda não? Então repare como a maioria das pessoas é boa em resolver problema alheio.

O problema dos outros é sempre muito mais fácil de ser resolvido! Sabe por quê? Por que você já tem em seu íntimo as fontes geradoras que lhe auxiliarão a resolver de forma natural a adversidade que se apresenta.

Se você não consegue resolver um problema (seu) é simples: você ainda não assimilou as fontes geradoras internas necessárias para que não mais passe por isso.

Logo, o problema persiste em se apresentar de tempos em tempos, a todo instante, diariamente ou periodicamente. Essa perseverança em apresentar-se repedidamente para você (o problema), é a última instância que o universo utiliza para ensiná-lo: pela adversidade.

Antes de um problema apresentar-se na sua forma mais contumaz ele apresenta-se de forma comedida três vezes. Preste atenção que começará a ver isso... Reflita: o problema que atualmente lhe incomoda já não se apresentou para você de outras formas no passado, mas de formas mais sutis? O que você fez? Fugiu dele? Curiosamente, ele não voltou à carga novamente de forma mais incisiva? Novamente, novamente e novamente cada vez mais forte e obstinado?

Isso é o que chamamos em Magia de negativo-latente-consciente. Nome "chique" para uma entidade efetivamente "consciente" (por falta de palavra melhor), que persiste em incomodá-lo justamente naquilo que você mais preza: sua zona de conforto. Esta consciência (nos seres conscientes) chama-se "mental".

Existe um ditado que diz “Um problema aceito já está 50% resolvido”. Pois bem, eis aí o primeiro passo para a boa resolução de problemas, aceitá-lo.

Os cinco pontos principais quando pretendemos resolver (pretensão mesmo) um problema através de Magia, são respectivamente:
  • Captação da necessidade "incubada" representada pelo problema;
  • Análise do contexto (inspiração e conexão maior);
  • Identificação de funções que possam acomodar a resolução do problema;
  • Coleta e organização dos recursos disponíveis para sanar o problema através de Magia; e
  • Enfrentar o problema! (evocações e ordens).
Acredito que muitos de nós Bruxas (se não todos,) já batemos de frente com aquela situação em que olhamos e simplesmente pensamos: “Por onde é que vou começar...” Pessoas cheias de problemas, idéias pré-concebidas sobre as causas desses problemas e assim ficamos cada vez mais com a cabeça dando voltas e voltas tentando achar um ponto de partida.

Suas ferramentas

A maioria das pessoas, de forma obstinada e em desespero, enfrenta de forma despreparada seus problemas aguardando que o universo (Deus?) o salvará nesse momento.

Não tenha dúvidas, o universo não o salvará, mas o ajudará.

Como diz um grande autor: o universo sempre conspira a seu favor. Por quê? Por que você tem suficiente bagagem para enfrentar esse problema, porque não usou?

Para as Bruxas essas ferramentas traduzem-se em capacitação, iniciação, mentalização, reflexão, entre muitas outras que lhe foram concedidas na medida exata de sua evolução.

Mas a maioria prefere socorrer-se com alguém e aí vale outra Lei Cósmica: "ninguém poderá resolver um problema que não é seu".

Assim, o máximo que você Bruxa pode fazer pelo seu semelhante (ou por você) é trabalhar com vertentes subjetivas, porém fundamentais: determinação, foco, ordens e obstinação. Mas, cabem a você (ou a pessoa auxiliada) as responsabilidades concretas: entendimento, seriedade, resignação e principalmente coragem consciente para alterar a realidade. Aliás, essa é a definição de Magia: alteração da realidade com base na determinação e não na ilusão (mágica).

Que tal usar lápis e papel?

Quando o problema se apresenta (a você ou mesmo quando chega uma pessoa necessitada) não muito raro, somos surpreendidos por uma situação emergente e complexa. Tudo parece "explodir" desesperadamente a nossa frente procurando chamar nossa atenção, seja para a resolução concreta do problema, seja para alertar-nos de algum "novo" problema.

Então, uma dica é: sempre que possível, antes de abrir trabalhos de Magia analise a situação e tente pontuar em uma folha de papel o cenário ideal de trabalho.

NUNCA se esqueça das reais finalidades da Magia: re-equilibrar a Criação Divina onde ela se apresente desordenada, e ponto final.

Nesse sentido, sua atuação será apenas de re-equilibrador de processos e situações reordenando os rumos da Criação para retornarem aos seus eixos, nada de mágico (ilusionismo) certo?

Questione todos os aspectos percebidos que envolvem o problema e procure entender (na medida do possível) aonde ele (o problema) quer realmente “chegar”:
  • Todo problema quer ser resolvido: além de ser uma definição matemática é um princípio divino. A adversidade como apontado acima é o recurso último da Criação para a evolução dos seres.
  • Todo problema é “ambicioso” por definição: sempre se apresenta com complexidade maior do que realmente é.
  • Problema não tem paciência: situações problemáticas tem natureza “imediatista” o que, aliás, é muito natural. Do contrário a natureza humana protelaria ao infinito sua resolução.
  • Todo problema têm segundas intenções: é muito importante para a Bruxa analisar e descobrir o que de fato a adversidade representa. Por traz de todo problema existe um mar de situações novas.
  • Problemas omitem oportunidades: uma análise mais aprofundada do problema SEMPRE realça oportunidades de crescimento para os envolvidos. Procure e verá.
A partir destes aspectos, pode-se então ir mais a fundo e alcançar a essência do problema. Não basta “querer enxergar” o problema como todo mundo diz. Para buscar resolvê-lo é preciso racionalizar sua grandeza, e este é um dos grandes desafios nos processos de Magia.

Muitos Magos aceitam como verdadeiro que sua participação nos trabalhos de Magia é totalmente passiva. O que de fato o é pois quem poderes são os Mistérios evocados e não a ferramenta (a bruxa).

Todavia, não é razoável acreditar que a quantidade de processos de re-ordenamento (Magia) apresentados diariamente para a Bruxa,  objetive apenas sua participação como ativador passivo dos Mistérios.

Penso que todas essas situações são aprendizados integrais inclusive para a Bruxa. Através do trabalho magístico e permanente com as Hierarquias Divinas ativando-as, a Bruxa capacita-se inclusive para que, na linha do tempo, seja também um manifestador direto e criterioso desses mesmos Mistérios sem a necessidade de participação permanente dos Mestres e Hierarquias evocados.

Todo trabalho de Magia é, portanto: vasto, amplo e direcionado ao maior número de seres possíveis e nesses inclui-se a própria Bruxa!

Muito bem, uma vez que o problema e as necessidades foram identificados, podemos então passar para o passo seguinte.

Análise da situação (inspiração e conexão maior)

Este é o passo em que realmente inicia-se o processo de resolução através de Magia.

Novamente a dica aqui é deixar o foco do problema (seu ou da pessoa atendida) e continuar com lápis e o papel em mãos. Anote tudo o que vier em sua cabeça, da idéia mais louca a mais simples, da solução mais genial a que se julgue mais boba. Este processo de 'materializar' as idéias ajuda o cérebro a descongestionar, permitindo assim que não haja um bloqueio de idéias. Aproveite este momento para "viajar", atingir o máximo em sua conexão, mesmo que a necessidade e os recursos não permitam isso.

Após a definição do caminho a ser seguido, podemos dizer que já estamos com 50% resolvido. Consciente do que será necessário para resolver o problema, é hora de buscar os materiais e recursos organizando-os. Se você é realmente um iniciado em Magia sabe o que estou falando.

A organização é muito importante para a Bruxa. Ela reduz o tempo do trabalho magístico. Forma, recursos, tempo, disponibilidade, apoio, etc. Tudo, menos novas práticas de Magia, certo? Não confunda essa humilde metodologia de trabalho com processos invocatórios de Magia ou novas formas “criativas” de praticá-la.

Se tiver novas intuições e forem factíveis (materialmente falando), faça-as.

Então, antes de iniciar o trabalho, defina uma ordem para eles: "Essas linhas aqui, materiais ali e aqueles “termos” acolá...". E após este processo de organização, é hora de iniciar os trabalhos.

Esta etapa é absolutamente pessoal, pois vai de cada um utilizar a iniciação adquirida que mais lhe agrade ou que lhe foi intuída. Isto é muito importante: NUNCA abdique de suas intuições. Bruxas verdadeiras sabem o que estou falando.

Pode parecer óbvio, mas independente do tamanho, um problema mal resolvido gera múltiplos problemas. Sim, hipoteticamente, problemas podem ser comparados com seres unicelulares que tem capacidade de auto-reprodução. Essa é minha experiência, certo? Então paciência e dedicação são elementos fundamentais para um bom trabalho de Magia.

Em Magia, mais é sempre mais: se puder resolver todo o problema de forma definitiva resolva-o, mas de forma satisfatória para todos. Os limites (se existem) são seus e dos consulentes. Nunca dos Mistérios envolvidos, certo?

Lembre-se: todo problema tem solução: se não tem solução (matematicamente) não é problema... Ou, não é um problema seu!

Daí em diante é com você, sua outorga iniciática e capacidade mental.

Concluindo...

Este é um singelo artigo que tem como objetivo apenas apresentar um modelo procedural que facilite a prática da Magia para aqueles, que assim como eu, ainda estão na senda evolutiva com muitas limitações.

Este artigo NÃO tem a pretensão de estabelecer novos paradigmas para a bruxaria ou de qualquer outra escola iniciática.

Também não pense você que por utilizar esta metodologia magística não tenho problemas. Muito pelo contrário... Mas os problemas passaram a me incomodar menos depois que comecei a pensar e agir dessa forma. Alguns já foram até resolvidos, outros estão encaminhados e ainda outros novos tem surgido...

Vai de você utilizar-se do que lhe foi concedido.

Mas não esqueça da máxima de Paulo de Tarso: tudo lhe é lícito, mas nem tudo lhe convém!

Abençoadas sejam sempre