O CALDEIRÃO
Há muito tempo associado com a Bruxas na imaginação popular, os caldeirões foram, outrora, os potes comuns da culinária, usados por toda a Europa. Feitos de ferro, marcados com listas para medidas, e no formato com três pés longos, milhões de caldeirões têm sido presos ou colocados nas lareiras para cozinhar a refeição da família, as tão amadas marmitas dos cozinheiros contemporâneos têm as suas origens no modesto caldeirão. A associação do caldeirão com as Bruxas deriva da infame cena das Três Bruxas, nas obra Macbeth, de Shakespeare. Usar um pote de ferro para a preparação de bebidas (como os chás eram feitos), ou cozinhar, não era incomum no século dezesseis. O que foi incomum, e o que atraiu a atenção do público, foi o tipo de cozimento sendo feito por estas três mulheres.
Entre as Bruxas, o caldeirão é honrado como símbolo da Grande Mãe, assim como as tigelas, os jarros e os potes.
Potes de ferro fundido com três pés ainda são produzidos para propósitos decorativos e ocultos.
O PILÃO
O liquidificador e o processador de alimentos das épocas remotas, o pilão ainda são usados por alguns cozinheiros para esmagar ou moer ervas e nozes. pilões pré-históricos foram encontrados entre os restos arqueológicos de muitos povos datam da época do Neolítico (idade da pedra polida). Os pilões idênticos àqueles usados antes da conquista dos povos mexicanos ainda são usados no México contemporâneo.
Muitas tribos indígenas do Sudoeste da Califórnia adaptaram os pilões ao criar buracos em imensas pedras. uma pedra redonda era usada como um almofariz (semelhante ao pilão).
Os processadores de alimentos são ferramentas importantes para muitos de nós, pois economizam tempo. Eles, o pilão e o almofariz, podem ser usados, acho até que fica muito melhora processar o alimento de forma tranquila, moer por exemplo duas xícaras de amêndoas com um pilão pode ser demorado, mas, ao se fazer isso, nós podemos emanar o nosso poder pessoal no alimento e nos concentrar em sua eventual utilização.
Um lugar que criei para conhecer pessoas, responder questões, escrever artigos, falar sobre magia, fé, amor, respeito e muito mais. Entrem, fiquem à vontade e sejam bem vindos. Bençãos
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Pequeno Tratado sobre a Mortalidade do Amor
Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor
Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente", ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente", ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquele moreno da 4a. série, ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana).
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquele moreno da 4a. série, ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da TV ligada na mesa-redonda ao final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram - teimosos, e belos, e cegos, e intensos. Mas estes são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso.
Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal.
PROCURA-SE: AMOR-FÊNIX
(ofereço generosa recompensa)
beijos e bançãos à todos!
EXERCÍCIO DA SEMENTE
EXERCÍCIO DA SEMENTE
Ajoelhe-se no chão. Depois sente-se nos seus calcanhares e abaixe o corpo, de tal modo que sua cabeça toque os joelhos.
Estique os braços para trás. Você está numa posição fetal.
Agora, relaxe e esqueça de todas as tensões.
Respire calma e profundamente.
Aos poucos, você vai percebendo que é uma minúscula semente, cercado pelo conforto da Terra. Tudo está quente e gostoso ao seu redor.
Você dorme um sono tranqüilo. De repente, um dedo se move. O broto não quer mais ser semente. Ele quer nascer.
Lentamente você começa a mover os braços e depois o corpo vai se erguendo, até que você estará sentado nos seus calcanhares.
Agora você começa a levantar-se, sempre com movimentos muito lentos, ficará ereto e de joelhos no chão.
Durante todo este tempo que você imaginou que é uma semente se transformando em broto e rompendo pouco a pouco a terra.
Chegou o momento de romper a terra por completo.
Se levante lentamente, colocando um pé no chão, depois o outro, lutando contra o desequilíbrio, como um broto luta para encontrar seu espaço. Até que você fique em pé, imagine ao seu redor, o sol, á água, o vento e os pássaros. Você é um broto que começa a nascer.
Levanta, devagar, os braços em direção ao céu.
Depois vai se esticando cada vez mais, cada vez mais, como se quisesse agarrar o sol que lhe dá forças.
Seu corpo começa a ficar cada vez mais rígido, seus músculos retesam-se todos, enquanto você se sente crescer, crecer, crescer, até se tornar imenso.
A tensão vai aumentando gradativamente até se tornar dolorosa.
Agora, relaxe e esqueça de todas as tensões.
Respire calma e profundamente.
Aos poucos, você vai percebendo que é uma minúscula semente, cercado pelo conforto da Terra. Tudo está quente e gostoso ao seu redor.
Você dorme um sono tranqüilo. De repente, um dedo se move. O broto não quer mais ser semente. Ele quer nascer.
Lentamente você começa a mover os braços e depois o corpo vai se erguendo, até que você estará sentado nos seus calcanhares.
Agora você começa a levantar-se, sempre com movimentos muito lentos, ficará ereto e de joelhos no chão.
Durante todo este tempo que você imaginou que é uma semente se transformando em broto e rompendo pouco a pouco a terra.
Chegou o momento de romper a terra por completo.
Se levante lentamente, colocando um pé no chão, depois o outro, lutando contra o desequilíbrio, como um broto luta para encontrar seu espaço. Até que você fique em pé, imagine ao seu redor, o sol, á água, o vento e os pássaros. Você é um broto que começa a nascer.
Levanta, devagar, os braços em direção ao céu.
Depois vai se esticando cada vez mais, cada vez mais, como se quisesse agarrar o sol que lhe dá forças.
Seu corpo começa a ficar cada vez mais rígido, seus músculos retesam-se todos, enquanto você se sente crescer, crecer, crescer, até se tornar imenso.
A tensão vai aumentando gradativamente até se tornar dolorosa.
Quando você não aguentar mais, dê um grito e abra os olhos.
Repita este exercício, durante 7 dias seguidos sempre no mesmo horário.
Repita este exercício, durante 7 dias seguidos sempre no mesmo horário.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
"TEMPO"
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. È o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos!"
OS INSTRUMENTOS DA COZINHA MÁGICA
A magia dos alimentos é uma forma direta e simples de auto-transformação. Os seus instrumentos são os alimentos e o poder pessoal da bruxa. Outros utensílios, no entanto, são necessários para preparar e cozinhar pratos poderosos. Antes das receitas, descreverei aqui as qualidades mágicas destas utensílios e algumas dicas mágicas básicas de culinária. Uma vez que não colocarei aqui receitas de especialistas, nenhum objeto incomum é exigido, nem mesmo ser "CHEF" de coziha. A sua cozinha pode fornecer virtualmente tudo o que vai necessitar.
AS XÍCARAS, AS TIGELAS E OS POTES.
A forma mais antiga dos recipientes de alimentos pode ter sido as mãos em forma de xícara, ou concha .Mais tarde, o couro moldado imitando esta forma e usado para reter líquidos e alimentos sólidos. Em algumas partes do globo, a cestaria foi firmemente trançada nas tigelas e unidades de conservação e armazenamento. Cestas feitas de folhas frescas ainda são bastante comuns nas partes tropicais do mundo.
O barro também era moldado em tigelas, e estas fôrmas tiveram que ser aquecidas para que suas formas ficassem firmes e para que o seu uso fosse prolongado. Cabaças têm sido usadas como recipientes ao redor do mundo por centenas de anos. Tigelas de madeira entalhada eram de uso comum até quase recentemente.
Com a chegada das idades do Bronze e do Ferro, as pessoas que possuíam o conhecimento do trabalho em metal, usavam esse conhecimento para criar suas tigelas, Vasos de prata e ouro também eram bens importantes nas sepulturas reais no mundo antigo.
As xícaras, tigelas e potes são certamente receptivos; eles contém. Como utensílios relacionados ao elemento ÁGUA e com a lua terrestre, possuem energias de amor e recordam as taças de amor- troféus- ainda conferidas às pessoas excepcionais e aos times.
As culturas remotas identificaram os potes como um símbolo da GRANDE MÃE. Este conceito é quase universal. Os potes arredondados e as tigelas, associados com a energia da Deusa, eram usados também para preparar o alimento. Desta forma um símbolo da Deusa que fisicamente nutria os humanos. Os Zuni, ou Ashiwi, tribo indígena norte-americana, viam uma tigela como um elemento da TERRA, a qual descreviam como a "nossa Mãe". Eles tiravam o alimento e a bebida de uma tigela, como faz o neném como o peito da Mãe. A borda da tigela era tão redonda como o horizonte da Terra.
A cerâmica foi inventada pelas mulheres, e permaneceu um arte feminina entre todas as antigas pessoas culturalmente não desenvolvidas. Uma das indicações de uma cultura "avançada" era a transferência forçada desta arte para os homens.
Ao redor de todo o mundo, os potes têm sido usados para propósito mágicos. No Panamá, um pote com um formatohumano era colocado no telhado de uma casa para assegurar proteção. No oeste da África, os xamãs prendiam os ventos e as chuvas em enormes jarros, e dizem que todas as antigas divindades havaianas têm feito a mesma coisa com as cabaças.
As festividades do Ano Novo chinês frequentemente incluem o enchimento de um pote de barro com pedras e pedaços de ferro, que representam as doenças do ano anterior. Pólvora era adicionada ao pote, junto com um estopim, O pote era enterrado, o estopim aceso e a explosão resultante destruía os infortúnios do ano anterior, "limpando" assim o caminho para as bem aventuranças do ano vindouro. Em seus potes cerimoniais, os índios Pueblo da América do \norte devolviam animais que eram encontrados perto das nascentes. Isso era feito para assegurar um sólido suplemento de água.
Qualquer xícara ou tigela pode ser usada em magia, contanto que não seja feita de plástico ou alumínio. As cores da Terra (marrom, bege e branco) são as mais apropriadas para o recipiente. Escolha os potes culinários das mesmas cores e feitos de preferência de cerâmica esmaltada, vidro, metal esmaltado ou aço inoxidável.
Evite usar utensílios de alumínio na cozinha mágica, eles não são favoráveis a magia e também não são bons para saúde.
O FORNO
O forno é um outro símbolo do divino. Ele encerra, realiza um processo de transformação (cozinhar) e é quente e radiante. Os humanos têm usado muitos tipos de fornos, desde os fornos de barro e tijolos do Oriente Médio até os fornos térreos usados tanto na América do Norte quanto na Polinésia. Algumas culturas honravam uma deusa do forno, como a Fornacalia da Antiga Roma. Outros, como os chineses viam uma divindade masculina do tipo solar dentro do calor. Na Europa, o forno não chegou ao uso comum até o décimo oitavo século; o caldeirão, um tipo de forno portátil, era usado em seu lugar.
O propósito do forno é reter o calor do combustível queimado e fornecer a temperatura regular necessária para o cozimento adequado. O gás ou a eletricidade que aqueciam os fornos são até hoje adequados para culinária mágica. Os modernos fornos de microondas trabalham em um princípio completamente diferente para aquecer os alimentos. Uma vez que a magia dos alimentos é uma prática tradicional, é melhor evitar os fornos microondas e utilizar as ferramentas tradicionais e consagradas pelo tempo para a preparação dos alimentos.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Considerações sobre Magia
MAGIA:
Algumas palavras são necessárias aqui, com relação às praticas que colocarei aqui. esta informação é vital para a prática correta da magia dos alimentos ou de qualquer outra na realidade.
" A Magia é sobrenatural"
"A Magia é Má"
"A Magia é perigosa"
"A Magia é ilusão"
Essas afirmações, TODAS FALSAS, têm nos sido passadas por gerações antigas de pessoas não praticantes. Somente aqueles que não trabalham com a Magia acreditam que essas ideias sejam verdadeiras. Tais afirmações também foram feitas com relação a outras práticas em épocas remotas: matemática, química, física, psicologia, astronomia e mesmo cirurgias. Estas e muitas outras artes e ciências foram acometidas da escuridão que se esconde atrás de tais afirmações, impedindo-as de vir para a luz. Elas não tem mais sido consideradas como sobrenaturais, malignas, perigosas ou ilusórias.
Pelo menos dos aspectos de nossas vidas ainda não foram anunciados nesse vulnerável grupo: a Magia e a experiência religiosa. Cientistas englobam esses dois aspectos juntos, uma vez que, para eles, são apenas fantasias sem nenhuma base de fato. A Magia, para eles, não pode ser bem sucedida porque não existem leis conhecidas que governem o mecanismo do trabalho com a Magia, e nenhuma força que possa dar poder a ela. Eles frequentemente vêm a experiência religiosa com uma mistura semelhante de divertimento e desprezo!.
Infelizmente (para esses escarnecedores, é assim), os trabalhos mágicos e a experiência religiosa não existem. Dizer a uma pessoa, que divindade não existe irá produzir resultados previsíveis. A mesma afirmação é verdadeira a respeito das Bruxas: ELAS NÃO ACREDITAM QUE A MAGIA É EFICAZ, ELAS SABEM QUE ELA É!
A base da magia é o poder, Nós sabemos como trabalhar com ele!.
A Magia é o movimento das energias naturais e sutis para manifestar a mudança necessária. Estas energias existem dentro de nós, dentro do nosso mundo e dentro dos objetos naturais dele. Estas energias, sejam em um abacate ou em nossos próprios corpos, compartilham de uma fonte comum, mesmo que as suas manifestações específicas sejam bem diferentes. Qual é esta fonte comum? Cada religião tem dado a ela um nome específico.
Três tipos de energias são usadas na Magia. Elas são o poder pessoal, a energia que nossos corpos possuem; o poder da terra, que reside dentro do nosso planeta e dentro das plantas, da água, do fogo, da atmosfera e dos animais, e o poder divino.
A Magia sempre utiliza o poder pessoal. Na magia popular, o poder da Terra é usado assim: A Bruxa desperta (ou estimula) o seu próprio poder por meio de visualizações ou esforço físico. depois, o poder da terra ( a energia que reside dentro dos objetos naturais) é estimulado por meio de visualizações. A visualizações (o processo de criar imagens na mente) alinha essas energias em harmonia, alterando-as a fim de torná-las úteis para um propósito específico. Uma vez que isto tenha sido realizado, e ele é facilmente feito, a Bruxa mistura os dois tipos de energias. Isto em geral é feito por meio da visualização, mas existem outras técnicas disponíveis.
A visualização é importante em qualquer tipo de magia. A maioria de nós pode muito bem visualizar o que já viu antes. Feche os olhos por um minuto ou dois e veja em seu olho mental a figura de um alimento favorito, um animal de estimação ou o vizinho que mora ao lado. Não pense apenas sobre estas coisas: tente vê-las como se estivesse verdadeiramente olhando para elas.
Na Magia, nós usamos a visualização para criar imagens de mudanças que decidimos realizar.
Em um nível sutil (mas real), as imagens criadas e sustentadas na mente humana nos afetam, assim como os objetos que estão ao nosso redor.
A visualização é a prática mais avançada necessária para o sucesso da prática com a magia, inclusive esta que quero passar para vocês, A MAGIA DOS ALIMENTOS. ela consiste em escolher os alimentos, cozinhá-los ou prepará-los com um propósito e ingeri-los. Uma vez que todos temos de comer para sobreviver, por que não deveríamos fazer com que nossas refeições sejam mais do que rituais de nutrição?
Considere mais uma vez as quatro afirmações que abriram esta página. julgando pelo exemplo que eu dei, é óbvio que as energia envolvidas na magia não são sobrenaturais. Pelo contrário, elas são as energias dos alimentos e dos nossos próprios corpos- e da própria VIDA!
A Magia certamente não é maligna, exceto para uma minoria de pessoas que, por razões religiosas e egoístas, decidiram que ela fosse. Estas mesmas pessoas frequentemente consideram o exercício, a análise psicológica, o auto-conhecimento e auto aperfeiçoamento e muitos outros aspectos do desenvolvimento pessoal como malignos. embora seu conceito seja claro, ele é sem significado para aqueles que não aceitam as suas visões religiosas;
A Magia é perigosa? Não mais perigosa do que qualquer outra parte da vida, desde tomar banho até o uso de uma escada. A idéia de que esta antiga prática é perigosa é proveniente do conceito de que "magia é maligna". As Bruxas não fazem contato com energias demoníacas, não realizam sacrifícios ou veneram anjos caídos.
A quarta afirmação, de que a Magia é uma ilusão, também é falsa. Esta idéia é aceita pela maioria daqueles que não a praticaram e que pertencem a um grupo de religiosos fundamentalistas. É difícil ou impossível provar à estas pessoas céticas que a magia é eficaz precisamente porque ela utiliza as energias que estes céticos ainda não investigaram.
Até agora os efeitos podem ser vistos. A Magia não produz milagres; ela produz mudanças necessárias. Incrédulos geralmente não levam em conta os frutos da magia , tratam-os como frutos de mera coincidência, acidentes, ou pura psicologia. Estas três explicações são bastante convicentes e convenientes, mas se a Magia produz os resultados desejados cada vez mais e mais, e se os seus praticantes encontram em seus simples rituais as maneiras de melhorar a qualidade de suas vidas e de seus semelhantes, então ela não é uma ilusão, não importa o que os outros possam dizer.
A única maneira pela qual você pode descobrir isto é praticando.
Não acredite apenas que a magia funciona: EXPERIMENTE-A, para que, deste modo, você possa descobrir o que ela faz.
MAS SEMPRE COM AMOR E RESPEITO POR TUDO E TODAS AS COISAS!
Abençoados sejam sempre!!
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